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Data: 16/03/2021 - 11:04 - Por: Olhar Direto

Fisioterapeuta de MT que caiu de prédio no RJ começa a dar primeiros passos e recebe vacina contra Covid-19

Talyssa Oliveira Taques, de 27 anos, que fraturou uma vértebra após cair do terceiro andar da janela do hotel onde estav


Após pouco mais de um mês do acidente que transformou uma viagem de férias em família em uma batalha pela vida, a fisioterapeuta Talyssa Oliveira Taques, de 27 anos, que fraturou uma vértebra após cair do terceiro andar da janela do hotel onde estava hospedada no Rio de Janeiro (RJ), começa a demonstrar os primeiros sinais de recuperação. Internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Mateus, onde também é funcionária, a profissional da linha de frente de combate à Covid-19 tem realizado sessões de fisioterapia de reabilitação e já consegue ficar sentada e dar seus primeiros passos. Na última semana, ela ainda tomou a segunda dose da vacina contra o novo coronavírus.
 

Em entrevista dada ao Olhar Direto, Nayana Bricat, amiga da fisioterapeuta, explica como tem sido o seu quadro de recuperação. “Ela já tinha começado a fazer antes [fisioterapia], mas por conta de uma fístula ela teve que parar. Agora ela quase não tem muita dor e os médicos falaram que ela deve ficar em observação até amanhã na UTI. Eu acredito que ela deve ficar ainda pelo menos essa semana no quarto, e só depois ir pra casa. Mas ela já tá muito bem em vista do que estava, do dia que ela chegou aqui”.

Sobre a fístula cirúrgica que atrasou o processo de reabilitação de Talyssa, a amiga explica que trata-se de um procedimento padrão que ocorre durante cirurgias de coluna. “O médico explicou que isso acontece quase sempre em relação a cirurgias assim  e por conta dessa fístula ela não estava conseguindo se movimentar, até que essa fístula fechasse”.

Além do fechamento do procedimento, os drenos que a fisioterapeuta utilizava também foram removidos. Segundo a amiga, a retirada desses aparatos diminui o risco de meningite, que foi apontado pelo médico, e ao mesmo tempo deve acelerar o processo de recuperação de Talyssa. 

“Ela estava com o dreno no tórax e na cirurgia também, aí o médico não quis deixar ela muito tempo com o dreno, também porque corre o risco de meningite. Ela tirou semana passada o dreno do tórax e ontem tirou o dreno da cirurgia, ai agora ela tá liberada pra fazer a fisioterapia de reabilitação”, conta.

Nesse momento, a fisioterapeuta segue internada em uma UTI do Hospital São Mateus, no entanto, Nayana diz que, diante da melhora, a equipe médica da unidade hospital informou que a internação segue principalmente para observar a evolução da melhora no quadro de Talyssa. Na última semana, Talyssa também conseguiu se vacinar contra a Covid-19, recebendo a segunda dose.

“Agora ela quase que não tem muita dor, ela estava antes com muita dor na coluna, dor de cabeça agora ela já não tem mais tanta dor. Os médicos falaram que ela deve ficar em observação até amanhã na UTI. Além disso, semana passada ela também conseguiu vacinar a segunda dose da covid, o pessoal foi lá vacinar ela”, declarou.

Enquanto acompanha de perto a melhora da amiga, Nayana acredita que a volta de Talyssa para casa se aproxima cada dia mais. “Eles não falaram se da UTI ela vai para o quarto ou se já vai direto para casa. Eu acredito que ela deve ficar ainda pelo menos essa semana no quarto, e só depois ir pra casa”. 

O caso

A família da fisioterapeuta e profissional da linha de frente de combate à Covid-19 em Cuiabá, Talyssa Oliveira Taques, de 27 anos, passaram por momentos difíceis no Rio de Janeiro. No último dia 5 de fevereiro, em uma viagem a passeio com a família, após ter uma crise de sonambulismo, a profissional de saúde confundiu a janela do terceiro andar do hotel em que estava hospedada com a porta do banheiro e despencou. A mãe apontou o cansaço e exaustão como motivos da crise. 

Talyssa, que trabalha no Hospital São Mateus e no Hospital Referência à Covid-19 de Cuiabá, estava com a mãe, o pai e mais dois irmãos, que são de Mato Grosso, a passeio na cidade carioca.

Em entrevista ao Olhar Direto na época, Angélica Oliveira, mãe da fisioterapeuta, relatou o drama que a família enfrentou para poder trazer a filha de volta para Cuiabá. Ela ficou internada no Hospital Israelita Albert Sabin, em Copacabana, durante 24 dias mas o plano de saúde não cobriu todo o atendimento que ela precisou e, por isso, agora a família organizou uma campanha de financiamento coletivo on-line para trazer a médica de volta para a capital em uma UTI aérea, que custou cerca de R$ 90 mil.

No dia 28 de fevereiro, ela foi transferida para Cuiabá em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea após a 11ª Vara Cível de Cuiabá deferir Ação de Obrigação de Fazer contra o Bradesco Saúde S/A, para a remoção da profissional.


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